PROGRAMAÇÃO.
Nessa oitava edição, foi trazido para a programação científica aspectos do universo de Guimarães Rosa, destacando de início, os descaminhos representados por todos os percalços inerentes à ação da VISA, nas dimensões técnica, jurídica e política da sua atuação. A intenção foi propiciar ao simposiasta uma vivência que, imergindo nos descaminhos dos problemas cotidianos, permitiu ao mesmo perceber que só realizaremos plenamente a nossa finalidade se a saúde continuar sendo um direito de cidadania. E isso só é possível com a democracia. Os conflitos inerentes à construção da democracia no Brasil foi tema da Conferência de Abertura com um olhar para as tragédias das mineradoras em Minas Gerais.
No primeiro dia oficial do Simbravisa (25/11) houveram oito salas concomitantes, cada uma com um problema diferente, apresentados por colegas que o vivenciaram, para serem debatidos com o público. À tarde quatro mesas-redondas tematizaram os problemas, trazendo elementos técnicos e científicos associados às questões debatidas. O primeiro dia terminou com o Grande Encontro, atividade em que quatro conhecidos estudiosos das questões de VISA abordaram os determinantes desses “descaminhos”, que se encontram também no âmbito das políticas de saúde e no modelo de desenvolvimento que se pretende para o país.
Já no segundo e terceiro dias o evento retomou a programação já conhecida nas edições anteriores, com as discussões temáticas e comunicações coordenadas (espaço para debate dos trabalhos inscritos e aprovados), conferências, painéis e mesas-redondas. Os temas dessas atividades repercutiram, em certa medida, aqueles apresentados no primeiro dia, acrescentando novos olhares e perspectivas que permitiram ao simposiasta fazer a “Travessia” para o terceiro e último dia, cuja programação trouxe os “Novos Caminhos”, ou a VISA que queremos.
Resumindo, a conferência assim se estruturou: